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Há dois anos, "The Acolyte" estreava no Disney+; série foi a segunda mais assistida da plataforma em 2024

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 4 de jun.
  • 2 min de leitura

Obra foi cancelada pela Lucasfilm pouco após a conclusão de sua 1ª temporada



Em 4 de junho de 2024, chegava ao Disney+ “The Acolyte”, série que levou Star Wars para os últimos dias da Alta República, cerca de um século antes dos eventos do filme “A Ameaça Fantasma”.


Criada por Leslye Headland, a produção acompanhava uma ex-padawan interpretada por Amandla Stenberg e seu antigo mestre Jedi, vivido por Lee Jung-jae, enquanto investigavam uma série de crimes misteriosos que revelavam forças sombrias atuando nas sombras da galáxia.


Ao longo de seus oito episódios, “The Acolyte” dividiu opiniões entre fãs e crítica, mas apresentou algumas das cenas de combate com sabres de luz mais comentadas da era Disney de Star Wars.


Apesar das controvérsias, a série terminou 2024 como a segunda produção mais assistida do Disney+, acumulando impressionantes 2,7 bilhões de minutos visualizados. Ficou atrás apenas de “Percy Jackson e os Olimpianos”, que ultrapassou a marca de 3 bilhões de minutos.


Mesmo com os números expressivos, a Disney decidiu não renovar a série para uma segunda temporada. Na época, o copresidente da empresa, Alan Bergman, explicou que o desempenho não foi suficiente para justificar os altos custos da produção, estimados em cerca de US$ 230 milhões.


Em maio deste ano, a série voltou a chamar atenção ao retornar ao top 10 do Disney+ nos Estados Unidos, impulsionada pelo lançamento de “Maul: Lorde das Sombras” e uma nova onda de interesse em Star Wars.


Hoje, “The Acolyte” permanece como uma das produções mais debatidas da história recente da franquia: elogiada por alguns por tentar explorar novos caminhos para Star Wars e criticada por outros por suas escolhas criativas.

 
 
 

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