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Fenômeno multimídia de Star Wars, "Shadows of the Empire" completa 30 anos

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 4 de jun.
  • 2 min de leitura

Iniciativa entregou materiais dignos de cinema sem a produção de um filme



Há 30 anos, a Lucasfilm lançava “Shadows of the Empire”, um dos projetos mais ambiciosos da história de Star Wars — e até hoje a iniciativa multimídia mais bem-sucedida já realizada pela franquia.


Lançado em 1996, o projeto contou uma única história distribuída por diferentes formatos: livros, HQs, videogame, trilha sonora original, cards colecionáveis e uma linha completa de brinquedos. A proposta era ousada: criar a experiência de um grande filme de Star Wars sem produzir um filme.


Ambientada entre “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”, a trama explorava um dos períodos mais misteriosos da trilogia clássica. Enquanto Han Solo permanecia congelado em carbonita a caminho do palácio de Jabba, Luke Skywalker era caçado simultaneamente por Darth Vader e pelo príncipe Xizor, líder da organização criminosa Sol Negro.


A história também apresentou personagens que se tornariam extremamente populares entre os fãs do Universo Expandido, como o contrabandista Dash Rendar, a androide Guri e o próprio Xizor. Além disso, mostrou pela primeira vez eventos importantes como a construção do novo sabre de luz de Luke Skywalker e parte do planejamento para o resgate de Han Solo em Tatooine.


Em entrevista recente ao Nerdist, Lucy Autrey Wilson, uma das principais responsáveis pelo projeto e ex-diretora de publicações da Lucasfilm, relembrou que a ideia surgiu para preencher o vazio entre o renascimento de Star Wars nos livros e quadrinhos dos anos 1990 e a chegada das Edições Especiais da trilogia clássica.


O sucesso foi tão grande que “Shadows of the Empire” acabou servindo de modelo para projetos posteriores da Lucasfilm, incluindo a campanha multimídia de “The Force Unleashed”, lançada mais de uma década depois.

 
 
 

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